Depois da bem-sucedida primeira edição, realizada em 2009, o grupo EDP no
Brasil, com o apoio do Instituto EDP, e o Instituto Tomie Ohtake já recebem
inscrições para a segunda edição do Prêmio EDP nas Artes.
A iniciativa, idealizada inicialmente para estimular a produção contemporânea
entre o público universitário, traz uma novidade para esta edição: a premiação
de um professor indicado pelo artista plástico vencedor. Durante a
inscrição da obra de arte, o participante sugere um professor da sua
universidade ou unidade de ensino e, caso seja o primeiro colocado, o docente
também será premiado.
As inscrições podem ser feitas até 20 de junho de 2010, pelo correio ou na
própria sede do Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo (Av. Faria Lima 201 -
Entrega dos trabalhos: Rua Coropés, 88, Pinheiros 05426-010 São Paulo). O
anúncio dos vencedores está previsto para agosto, data em que ocorre a
inauguração da exposição dos trabalhos finalistas, que será realizada no
Instituto Tomie Ohtake.
O prêmio replica a experiência do grupo mundial EDP que, por meio da sua
Fundação, em Lisboa, realiza uma premiação semelhante há oito anos para
desenvolver talentos nas artes plásticas. "A primeira versão nos mostrou que há
jovens com grande potencial, mas sem oportunidades para deslanchar neste
mercado. Esta premiação é apenas a porta de entrada para estes talentos
ingressarem neste universo", afirma António Pita de Abreu, presidente da EDP no
Brasil.Informações completas e o regulamento, com prazos de entrega dos
trabalhos, estarão no site www.institutotomieohtake.org.br.
O júri é composto por Agnaldo Farias (coordenador do júri, crítico de
arte, professor doutor de História da Arte da FAUUSP, curador do Instituto
Tomie Ohtake e da 29ª Bienal Internacional de São Paulo); Stela Barbieri
(diretora da Ação Educativa do Instituto Tomie Ohtake e artista plástica); Leda
Catunda (artista plástica); Carla Chaim (artista plástica vencedora da
primeira edição do prêmio, em 2009); André Milan (diretor da Galeria Millan);
Jacobo Crivelli Visconti (curador); e Fernanda Albuquerque (pesquisadora
em artes visuais e curadora).
Os três finalistas terão sua produção acompanhada por críticos durante um
ano, cabendo ao primeiro colocado uma bolsa de dois meses no The Banff Centre,
no Canadá, ao segundo uma viagem ao exterior, pelo programa Dynamics Encounters,
e ao terceiro cursos no Instituto Tomie Ohtake. Ao professor indicado pelo
vencedor também caberá uma viagem ao exterior pelo programa Dynamics
Encounters.
Em 2009, o prêmio recebeu 371 trabalhos de todo o Brasil, entre os quais 19
selecionados para a exposição no Instituto Tomie Ohtake, de onde saíram os três
vencedores: Carla Chaim (1º), Ana Luísa Flores (2º) e Ana Elisa Egreja (3º).
A vencedora Carla Chaim ressalta o avanço que o Prêmio EDP nas Artes
proporcionou à sua carreia. "Sempre trabalhei muito, mas depois desta conquista
deixei de ser invisível e minha obra pôde ser conhecida por curadores,
galeristas e pelo público". Entre as vantagens, a artista destaca ainda a sua
participação em várias mostras neste ano. "Em Portugal, onde o prêmio já é bem
consolidado, fiz duas exposições em galerias e as pessoas queriam saber quem era
a ganhadora do prêmio aqui no Brasil", comenta Carla.
Sobre o Instituto EDP - Instituição sem fins lucrativos
responsável pelo desenvolvimento e coordenação das ações ambientais e
sócio-culturais da EDP e suas controladas.
Sobre a EDP Energias do Brasil - EDP Energias do Brasil,
que adota a marca EDP, é a holding que consolida ativos de energia elétrica nas
áreas de geração, comercialização e distribuição (EDP Bandeirante e EDP
Escelsa). É controlada pela EDP Energias de Portugal.
Sobre o Instituto Tomie Ohtake - O Instituto Tomie
Ohtake, inaugurado em 2001, em São Paulo, é referência na América Latina por seu
espaço diferenciado para exposições e por sua forte atuação no campo das artes
no Brasil e no exterior. Suas exposições já conquistaram vários prêmios, entre
os quais: ABCA - Associação Brasileira dos Críticos de Arte, como a melhor do
Brasil de 2004; APCA - Associação Paulista dos Críticos de Arte, como melhor
exposição de 2007; ABCA - Associação Brasileira dos Críticos de Arte pelo
conjunto da programação, em 2007; APCA - Associação Paulista dos Críticos de
Arte melhor iniciativa cultural pela programação, em 2008; APCA - Associação
Paulista dos Críticos de Arte melhor exposição obra gráfica e indicação Prêmio
Bravo melhor programação cultural, em 2009.
Instituto Tomie Ohtake - Av. Faria Lima 201 (entrada
pela Rua Coropés 88) - Pinheiros - São Paulo - Fone: (11) 2245-1900